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Viciados em Wikipédia, Selfies, Notícias e compras pela internet? Conheça 10 vícios da vida moderna que são no mínimo incomuns. 

Já diziam nossos avós: tudo em excesso é ruim ou nos faz mal. E assim também acontece com nosso estilo de vida moderna, onde nos tornamos dependentes da internet, do celular e de outras coisas virtuais sem que muitas vezes sequer percebamos que estamos viciados.

Alguns destes vícios podem até nos ser comuns, outros com certeza nem tanto. Porém uma coisa é certa: poucos são aqueles que são “imunes” a estes novos vícios, principalmente se levarmos em conta o estilo de vida da nossa sociedade atual.

1. Internet.

O vício em internet como um transtorno mental foi descrito pela primeira vez pelo cientista Ivan Goldberg em 1995. No entanto, de acordo com critérios médicos, o vício em internet não é um transtorno mental, e alguns cientistas ainda duvidam de sua existência. Apesar disso, muitas pessoas ao redor do mundo estão familiarizados com a sensação de ligeiro pânico quando  experimentam desconectar-se de repente da Internet ou não podem acessar a rede no momento desejado.

2. ‘Gadgets’.

O homem moderno pode ser viciado em smartphones, tablets e outros dispositivos de duas maneiras diferentes. Em primeiro lugar, quando o dispositivo é visto como uma janela para a Internet ou de uma plataforma móvel de jogos ou para acessar as redes sociais em qualquer momento. Neste caso, não é o próprio dispositivo que é viciante, mas o que você pode fazer com ele. Em segundo lugar, podemos nos tornar viciados nos aparelhos, quando a compra se torna uma fonte de felicidade. Dada a velocidade com que esses objetos se tornam obsoletos, muitas pessoas estão constantemente comprando os modelos mais recentes no mercado, mesmo quando eles não precisam ou não têm meios suficientes para pagar.

3. Jogos on-line.

O mais preocupantes e real dos novos vícios é definitivamente o vício em jogos virtuais, que em janeiro deste ano foi incluído na última edição do ‘Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais “. Nos últimos anos, este serviço já cobrou suas primeiras vidas, mortes por exaustão ou crianças que morreram depois que seus pais os abandonaram para jogar online. Nos EUA a situação é tão preocupante que surgiram sociedades de ajuda aos viciados em vídeo game ( e jogos) inspirado no Alcoólicos Anônimos.

4. Redes Sociais.

Cientistas da Universidade de Chicago realizaram um estudo em que observaram durante várias semanas 100 pessoas e suas necessidades. Os pesquisadores concluíram que a dependência de redes sociais é pior do que cigarros e álcool e a dependência que está causando é muito mais forte. Os cientistas também destacam uma variedade desta doença: a dependência de relacionamentos virtuais. Por exemplo, quando os amigos do Facebook são mais importantes do que os reais e entes próximos.

5. Compras on-line.

Comprar pela Internet é uma maneira como qualquer outra de fazê-lo, mas há dois fatores que tornam esta prática peculiar. Em primeiro lugar, o processo de compra é muito mais rápido e em segundo lugar, o dinheiro gasto com o cartão ou conta on-line é invisível, tornando mais fácil perder o controle do que você gastou.

6. Jogos para Celular.

Os jogos móveis mais populares são especialmente concebidos para causar dependência. Para conseguir o efeito desejado, os criadores utilizam diferentes estratégias. Uma das mais usadas é não permitir jogar sem parar, exigindo pagamento extra ou esperar um pouco. Com este truque os desenvolvedores esperam obter lucros enormes e envolver aqueles que preferem esperar.

7. Notícias.

Em 1997, a Reuters publicou pela primeira vez um estudo sobre dependência de informações, e, desde então, a situação só piorou. Os cientistas descobriram que esse vício é causado pela liberação do hormônio dopamina, um processo que é ativado quando se satisfaz sua necessidade. Segundo os pesquisadores, o cérebro humano anseia por informações porque era importante para a sobrevivência nos tempos antigos, por exemplo, para saber onde eles poderiam encontrar comida.

8. Pornografia.

Nos últimos dez anos, o acesso à pornografia tornou-se muito mais rápido e fácil, e muitas vezes também é livre, o que dá motivo para falar sobre um novo vício, no entanto, os psicólogos não acreditam em sua existência. Embora os cientistas não reconhecem o problema da pornografia, muitas pessoas se autodiagnosticaram como “pornoadeptos ‘e, possivelmente, têm razões para considera-se como tal.

9. ‘Selfies’.

O vício em autofotos ainda não é considerado um transtorno mental. No entanto, a história do britânico Danny Bowman, um adolescente que passava dez horas por dia puxando ‘selfies’ e estava prestes a cometer suicídio por não conseguir o autorretrato perfeito, levou muita gente a tomar consciência do perigo real que se esconde nesse fenômeno tão popular ultimamente.

10. Wikipédia.

Não, isto não é uma piada, pois parece que não é razoável considerar que a inclinação de consultar a Wikipédia é realmente um vício. Alguns usuários ativos de Internet sofrem transtorno obsessivo compulsivo leve que se manifesta no gosto por catálogos alfabetizados e espaços organizados. Daí a popularidade de todos os tipos de diretórios e enciclopédias on-line.

[RT]
Elisandro

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