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Túmulos de 4,5 mil anos encontrados próximos as pirâmides reais no Egito reforçam a tese de que estas não foram construídas com mão de obra escrava como a muito tempo se acreditou.

“Essas tumbas foram construídas ao lado da pirâmide do faraó, o que indica que essas pessoas não eram, de forma alguma, escravos”. “Se fossem escravos, eles não poderiam ter construído suas tumbas ao lado da do faraó.”, disse Zahi Hawass, que chefiou as escavações.

As descobertas também apontam que o número total de trabalhadores era cerca de 10 mil, e não 100 mil como estimativas anteriores apontavam.

Os trabalhadores eram recrutados em famílias pobres, mas eram assalariados e ganhavam criptas próximas às pirâmides, além de preparações funerárias. Historiadores afirmam que os homens que construíram as pirâmides comiam carne regularmente e trabalhavam em turnos de três meses.

Ainda há indícios de que é possível que os fornecedores da carne, fazendeiros no Delta do Rio Nilo e no sul do Egito, não estivessem pagando impostos ao governo, ao enviar 21 vacas e 23 cordeiros diariamente para alimentar os trabalhadores, e sim fazendo parceiras com o governo nesses grandes projetos nacionais da época.

Elisandro

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